sábado, 4 de março de 2017

Kong – Ilha da Caveira: o que os críticos estão dizendo da produção!

King Kong está de volta aos cinemas com A Ilha da Caveira, novo filme que tenta consolidar o MonsterVerse da Warner Bros. Pictures depois do sucesso de Godzilla.
O longa estreia no dia 9 de março nas salas brasileiras e reapresenta o famoso Kong em uma trama que se passa na década de 1970, após a Guerra do Vietnã, quando militares decidem explorar uma misteriosa ilha no meio do Pacífico.
Fonte da imagem: Divulgação/Warner Bros. Pictures
Essa história tem levado Ilha da Caveira a ser descrito como uma mistura de Apocalipse Now (filme clássico sobre a Guerra do Vietnã) com Jurassic Park ou Jurassic World – no sentido de que é uma aventura escapista com grandes criaturas.
A crítica estrangeira está bastante dividida sobre o resultado da produção; há quem elogie bastante essa releitura sobre o King King, e há quem tenha se frustrado profundamente com o longa-metragem.
Abaixo, selecionamos alguns comentários de veículos importantes da crítica estrangeira para mostrar essa divisão de opiniões sobre o filme. Confira!
  • Críticas:

Este retorno altamente divertido de uma das bestas gigantes mais duradouras do cinema se move como louco – o filme parece ter 90 minutos e não duas horas – e consegue um equilíbrio ideal entre ação feroz, humor, reinvenção de gênero e, talvez mais impressionante, uma desprendida consciência de sua própria modesta importância no esquema maior das coisas” (Todd McCarthy, do Hollywood Reporter).
A surpresa é que Ilha da Caveira não é apenas dez vezes melhor que Jurassic World; é um espetáculo de criaturas gigantes animador e espertamente bem elaborado” (Owen Gleiberman, da Variety).
Não se pode menosprezar a importância de John C. Reilly para o longa. No momento em que ele aparece, o filme parece imediatamente revigorado e energizado; sua mera presença acrescenta uma enorme quantidade de charme e humor” (Drew Taylor, da The Playlist).
Nós não vamos para (uma sessão de) Ilha da Caveira pelos personagens (sejam eles bem desenvolvidos ou não), nós vamos para ver o maldito macaco. E o diretor Jordan Vogt-Roberts e a empresa Industrial Light & Magic entregam um Kong de cair o queixo” (Chris Nashawaty, da Entertainment Weekly).
Derivativo e um pouco bobo, mas consistentemente divertido: há personalidade e estilo de sobra neste blockbuster monstro” (Jordan Farley, da Total Film).
King Kong vive! Mas apenas isso. Esta é uma aventura irregular que é salva pelo espetáculo de seu imponente personagem titular e os vários animais com quem ele compartilha seu lar insular” (Jonathan Pile, da Empire).
Este é um longa de criatura, pura e simplesmente – e, pelo menos em nível visceral, é bastante satisfatório” (Matt Singer, do ScreenCrush).
Esta fantasticamente confusa e exasperantemente aborrecida tentativa de atualização da história de King Kong se parece com uma mistura de Jurassic ParkApocalypse Now e alguns empréstimos visuais exóticos de Miss Saigon. Não chega perto do poder elementar do King Kong original ou do remake de Peter Jackson. É algo que Ed Wood Jr poderia ter feito com um trilhão de dólares caso tivesse o aval para fazer o que quisesse com esse dinheiro – mas sem a menor a diversão” (Peter Bradshaw, do The Guardian).
E aí, pensa em conferir o filme nos cinemas?

Reações:

0 comentários:

Postar um comentário