quarta-feira, 31 de maio de 2017

Mulher-Maravilha: longa da heroína da DC conquista a crítica; veja comentários!

Foram divulgadas nesta terça-feira, dia 30 de maio, as críticas da imprensa estrangeira para o aguardadíssimo filme da Mulher-Maravilha – e os comentários não poderiam ser melhores!
Os críticos são unânimes em apontar Mulher-Maravilha como o melhor filme da DC desde o lançamento de seu universo cinemático com O Homem de Aço.
A atriz Gal Gadot é quem recebeu os maiores elogios da imprensa estrangeira, destacando sua graciosidade e determinação no papel da heroína. A diretora Patty Jenkins também não ficou muito atrás, sendo celebrada por suas sequências de ação e por equilibrar humor e romance na história de Diana Prince.
Filme da Mulher-Maravilha conquista a crítica. Fonte da imagem: Divulgação/Warner Bros. Pictures
Abaixo, selecionamos alguns dos comentários dos principais veículos da imprensa estrangeira para o filme da Mulher-Maravilha. Empolgados para conferir a produção?
  • Críticas:

Tendo demonstrado sua capacidade para a ação na franquia Velozes e Furiosos, Gadot traz um atletismo gracioso para o papel da heroína determinada a derrotar Ares. Ao mesmo tempo, a atriz empresta uma inocência docemente cômica aos encontros espantados de Diana com o mundo civilizado. Já como um homem deslumbrado por uma deusa sem medo, Pine tem um olhar de menor encantamento. Sua performance é sem graça, mas ele consegue elevar o lado emocional da trama, estabelecendo a luta contra o mal, e também o romance entre os personagens” (Sheri Linden, do The Hollywood Reporter).
Pode ter levado quatro filmes até chegarmos aqui, mas o Universo DC finalmente produziu um bom filme de super-herói. Mulher-Maravilha, de Patty Jenkins, fornece uma pausa bem-vinda ao estilo sombrio da DC – tempestuoso, sério, às vezes desleixado, ainda que divertido – com a estrela Gal Gadot provando ser uma escolha inspirada para esta representação da verdade, da justiça e do método das Amazonas” (Andrew Barker, da Variety).
Gal Gadot agarra o Laço da Verdade e os braceletes de resistência infinita para liderar Mulher-Maravilha, um trabalho formidável e quase inteiramente bem sucedido da diretora Patty Jenkins que torna os filmes da DC Comics um pouco menos sem graça” (Michael Phillips, da Chicago Tribune).
O longa de Jenkins volta no tempo para apresentar uma história da origem que funciona muito bem sozinha e, ao mesmo tempo, faz crescer o entusiasmo sobre o futuro da franquia DC” (Kate Erbland, da indieWire).
Mulher-Maravilha não é apenas um triunfo para as mulheres, é um triunfo e ponto. Este é um grande filme de entretenimento com muita ação e humor, um flerte romântico e uma estreia de força titânica de Gal Gadot no papel-título” (Rafer Guzman, da Newsday).
Mulher-Maravilha é inteligente, habilidoso e satisfatório em todas as maneiras que um filme de super-herói deve ser. É deliciosamente irônico que, em um gênero dominado pelos meninos, são uma heroína e uma diretora mulheres que mostram aos garotos como é que se faz” (Chris Nashawaty, da Entertainment Weekly).
Gadot é uma dádiva de Deus, Pine encanta, e Jenkins oferece emoções com sentimento e convicção” (Kevin Harley, da Total Film).
A ação do filme é explosiva e envolvente, e a sequência onde Diana se lança na terra de ninguém no meio de uma batalha de trincheira é impressionante de se ver” (Kelly Lawler, do USA Today).
É um filme que não apenas melhora muitas das deficiências de filmes de super-heróis, mas também combina esperteza, sentimento e adrenalina no melhor estilo de Hollywood” (Alonso Duralde, do TheWrap).
Como a heroína em seu centro, o filme da Mulher-Maravilha surge com poderosa graça acima de todo barulho. Não é perfeito, mas é muitas vezes bom, às vezes ótimo e que pode ser visto mais de uma vez” (Lindsey Bahr, da Associated Press).
Sim, este é o melhor filme do Universo DC, mas, como sabemos, isso não quer dizer muito. Mas devemos nos apegar ao ótimo segundo ato, mesmo que seja uma memória distante quando o amor derrota a agressão” (Rodrigo Perez, da The Playlist).
O filme sofre dos mesmos problemas que arrastaram os longas anteriores da DC: se levando a sério demais, com efeitos especiais em excesso, e uma trama confusa e implausível” (Steve Rose, do The Guardian).

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