quinta-feira, 15 de junho de 2017

Diretora de "Cinquenta tons de cinza" revela arrependimento em ter participado do filme

Apesar do filme ter rendido milhões na bilheteria, a diretora de Cinquenta Tons de Cinza, Sam Taylor-Johnson, disse em uma entrevista recente que, se ela pudesse apenas voltar o tempo  não teria feito o filme. Sam Taylor-Johnson disse ao The Sunday Times que encontrou constantes dificuldades em trabalhar com a autora da trilogia EL James durante a filmagem do primeiro filme. Não era nenhum segredo que as duas entraram em confronto no set pois foi algo altamente divulgado na imprensa.
Sam Taylor-Johnson disse que estava confusa sobre sua relação de trabalho com EL James, que teria desejado mais controle sobre a produção. O conflito causou atrasos no set pois a autora supostamente exigiu as coisas do seu jeito. A partir de então, a diretora decidiu que não dirigiria as sequências e nem iria assisti-las.
“Eu literalmente não tenho interesse”, disse ela. “Eu passaria por aquilo novamente? Claro que não. Eu ficaria louca!” Trabalhar em Cinquenta Tons de Cinza, no entanto, não era tão ruim para o diretora. Ela e as estrelas do filme, Jamie Dornan e Dakota Johnson, acabaram se tornando bons amigos.
Apesar do conflito com o EL James, Sam Taylor-Johnson quebrou os recordes das bilheterias com o filme. Quando o filme saiu em fevereiro de 2015, ela se tornou a primeira diretora feminina a chegar ao topo da bilheteria. Este feito, no entanto, foi recentemente passado para a diretora Patty Jenkins de “Mulher Maravilha”.
Sam Taylor-Johnson disse à Vogue que demorou um ano para se recuperar profissionalmente e recuperar a confiança para voltar ao trabalho. “Isso me colocou em um lugar obscuro e eu precisava de tempo para me recuperar”, disse a diretora. “Realmente me abalou”. Os outros filmes da franquia ganharam um novo diretor, James Foley.
EJ James não se manifestou a respeito  das últimas entrevistas da diretora.

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