sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Planeta dos Macacos: A Guerra encerra trilogia em alta; veja comentários da crítica!

O diretor Matt Reeves retorna para o capítulo final da trilogia Planeta dos Macacos, no qual César e seus macacos são forçados a um conflito mortal contra um exército de humanos.
Planeta dos Macacos: A Guerra dá sequência aos filmes Planeta dos Macacos: A Origem (de 2011) e Planeta dos Macacos: O Confronto (de 2014), que haviam sido grandes sucessos de crítica e de público.
Ao que tudo indica, A Guerra encerra a trilogia em alta, com muitos elogios por parte da crítica estrangeira e consolidando a carreira do diretor Matt Reeves (que havia comandado Planeta dos Macacos: O Confronto e foi contratado para dirigir The Batman!).
Fonte da imagem: Divulgação/20th Century Fox
Além de Reeves, outro nome que se destaca em Planeta dos Macacos: A Guerra é Andy Serkis, novamente dando vida – através da técnica de captura de performance – ao revolucionário César. O ator se tornou uma referência no uso dessa técnica, depois de representar personagens como Gollum e King Kong.
Planeta dos Macacos: A Guerra estreia nesta quinta-feira, dia 3 de agosto, nos cinemas brasileiros. Abaixo, você pode conferir alguns comentários da crítica para o longa-metragem, para te ajudar a decidir sobre assistir à produção!
  • Críticas:

Planeta dos Macacos: A Guerra pode ter jeito de um filme de ação, mas tem a alma de um drama de arte e o cérebro de um thriller político” (Michael O'Sullivan, do Washington Post).
Há uma cena perto do fim de Planeta dos Macacos: A Guerra que é mais intensa e assombrosa do que qualquer coisa que eu já vi em um blockbuster de Hollywood em tempos” . (A.O. Scott, do The New York Times).
Não são apenas os efeitos visuais que são impressionantes aqui; A Guerra possui algumas sequências extraordinárias” (Alonso Duralde, do The Wrap).
Este filme assume grandes riscos, e muitos deles se pagam. Planeta dos Macacos: A Guerra prova que os grandes filmes não são contrários a grandes ideias” (Matt Singer, do ScreenCrush).
Como César e companhia, o filme parece ficar mais inteligente e humano à medida que evolui” (Chris Nashawaty, da Entertainment Weekly).
Serkis é brilhante e memorável como César” (Richard Roeper, do Chicago Sun-Times).
Uma conclusão emocionante para uma trilogia que evoluiu bastante de seu material original, conquistando para si o título de melhor sequência deste verão americano” (Brian Lowry, da CNN.com).
O melhor blockbuster de verão em anos, uma alegoria inteligente, pensativa e desafiadora sobre um mundo em estado de fúria” (Adam Graham, da Detroit News).


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