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Está tudo bem? Netflix manda mensagem para assinante que maratonou The Office sem parar

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A Netflix não sai dos holofotes nos últimos tempos. O motivo? A forma como a empresa lida com o volume imenso de dados gerados por seus assinantes. Além de usar essas informações para aprimorar a experiência do usuário e aparar arestas de séries e filmes, o serviço de streaming anda mostrando que sabe muito mais sobre as pessoas do que se imaginava – e isso é um pouco assustador. Acontece que, aparentemente, esse poder pode ser usado para o bem e pode ter salvado a vida de um usuário do site.
Segundo a história publicada pelo internauta King-Salamander no Reddit, a companhia enviou uma mensagem para a sua caixa de email perguntando se “estava tudo bem” depois que ele fez uma maratona bastante agressiva na plataforma: assistiu ao seriado The Office inteiro, em uma só tacada, em um período de cinco a dez dias. A pergunta da Netflix veio em boa hora, já que o usuário estava desempregado, de férias da faculdade e, de quebra, passando por uma crise grave de depressão.
the office
“Isso fez com que eu me sentisse melhor, sabendo que alguém, mesmo sendo um estranho trabalhando para uma agência de atendimento, se importava com a minha saúde mental”, explicou. Ao que parece o caso de King-Salamander só chamou atenção da equipe de atendimento por conta da mudança brusca no comportamento de consumo da sua conta, que ficou logada ininterruptamente em um período de uma semana – um perfil bem diferente do convencional para aquele usuário.
Vale notar que o caso aconteceu há cerca de três anos, mas só veio à tona agora, ganhando ainda mais relevância por conta das últimas ações da Netflix a respeito de dados e privacidade. Embora esse seja um episódio interessante, não se trata de um procedimento padrão ou mesmo endossado pela empresa de streaming. Em comunicado ao Estadão, a companhia disse que “não aborda proativamente seus assinantes para verificar seus hábitos de visualização”, se restringindo a fazer recomendações de obras que lhes interessem.
Este texto foi escrito por Marcelo Rodrigues via Tecmundo.

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