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Como Jumanji: Bem-vindo à Selva foi de patinho feio a um dos maiores sucessos da Sony

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A sequência de Jumanji não deixou muita gente feliz quando foi anunciada pela Sony em 2015, 20 anos após o lançamento do filme original. “Foi como: ‘você está destruindo minha infância’”, afirmou Jake Kasdan, diretor de Jumanji: Bem-vindo à Selva, em entrevista ao Business Insider.
As redes sociais foram inundadas de reações negativas, e havia um quase consenso de que o reboot do filme mancharia o legado de Jumanji e que Hollywood estava ficando sem ideias novas para suas produções.
Além disso, a imagem do longa piorou diante do público quando três novos roteiristas foram contratados para dar um reforço, depois que Chris McKenna, a roteirista originalmente contratada, ficou encarregada de apresentar a nova visão do filme. A data de estreia também foi alterada três vezes, e ele acabou sendo lançado no dia 20 de dezembro, a primeira quarta-feira depois de Star Wars: Os Últimos Jedi chegar às telas.

Reviravolta inesperada

Apesar de todos os "presságios" ruins, um milagre aconteceu: o filme não foi só capaz de se manter firme diante do novo episódio de Star Wars, ficando em segundo lugar nos quatro primeiros finais de semana, como também superou a produção da Disney, ocupando o primeiro lugar por mais quatro finais de semana seguidos.
O longa, que foi produzido com um orçamento de US$ 90 milhões (valor considerado modesto para os padrões de Hollywood), já arrecadou US$ 400 milhões nos Estados Unidos e US$ 541 milhões ao redor do mundo, totalizando US$ 941 milhões. É o segundo melhor resultado da história da Sony Pictures, perdendo apenas para o lançamento do primeiro filme do Homem-Aranha, em 2002.

Uma nova visão

Jumanji: Bem-vindo à Selva é um reboot que parece novo ao mesmo tempo que homenageia o filme original. A maior adaptação foi mudar o elemento de jogo de tabuleiro para melhor refletir o atual mundo dos jogos.
O longa começa onde o antigo parou: após as crianças jogarem o tabuleiro em um rio, ele reaparece em uma praia e é encontrado por um menino, que acaba ignorando o brinquedo. É aí então que ele se transforma em um videogame, sugando o garoto para dentro. Anos mais tarde, mais crianças são transportadas e se tornam avatares interpretados pelos atores.
Essa mudança de visão abriu possibilidades incríveis para o desenvolvimento da história, já que isso poderia não apenas dar vida ao jogo, mas também fornecer diversos aspectos dos jogos para o filme – desde as “vidas” dos personagens até piadas sobre forças e fraquezas de cada um deles.
Este texto foi escrito por Roberto Hammerschmidt via n-Experts.

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