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Aquecimento Guerra Infinita: a evolução das personagens femininas no MCU

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A Marvel Studios iniciou seu universo em 2008 com o primeiro longa do Homem de Ferro, quando apenas Pepper Potts tinha destaque entre as personagens femininas, mas nada muito participativo – algo que mudaria para uma fração exagerada no último filme solo do herói. Mesmo que nenhuma tenha recebido o papel de protagonista, há uma evolução crescente na função delas nas tramas das produções, o que fica ainda mais evidente com os últimos lançamentos do estúdio.
Pepper Potts, Jane Foster e Peggy Carter apareciam nos primeiros filmes solos de Homem de Ferro, Thor e Capitão América, respectivamente, como interesse amoroso e nada mais tão profundo. Com o tempo, isso foi mudando, pois uma se tornou a presidente da Stark Industries, e outra recebeu uma série televisiva. Por outro lado, a astrofísica interpretada por Natalie Portman pouco cresceu com novas produções, sendo totalmente esquecida no desfecho da trilogia.
A primeira tentativa de dar mais força a uma personagem feminina foi em Homem de Ferro 2, com a Viúva Negra de Scarlett Johansson. Ela se infiltra na vida do Stark como uma assistente a mando de Nick Fury e, no final do longa, mostra suas habilidades de combate. Entretanto, muitos enxergam a participação dela apenas como uma preparação para Vingadores, onde ela teria grandes momentos no combate aos Chitauri e no interrogatório memorável contra o Loki.
Mesmo com grande destaque no MCU, muito se especula sobre um longa solo da espiã russa, principalmente depois do enorme sucesso que Mulher-Maravilhaalcançou em 2017, o que só aumentou a pressão para que Kevin Feige torne o projeto realidade. Alguns boatos levam a crer que o roteiro esteja em desenvolvimento inicial, mas ainda é difícil imaginar a Viúva Negra como protagonista em um universo que se expande tanto para os cosmos. O programa Saturday Night Live já fez uma sketchbrincando com o que seria a trama para uma história dela no papel principal.
Gamora e Nebulosa tinham espaço na trama principal de Guardiões da Galáxia, mas o envolvimento das duas filhas de Thanos não é um dos pontos mais brilhantes do roteiro do longa, que é muito elogiado por público e crítica. Os problemas pessoais entre elas voltou a ser relevante na sequência da equipe espacial, fazendo com que as duas ganhassem mais tempo de tela. O passado delas com o Titã Louco deve voltar ao foco em Guerra Infinita por causa do ataque de Thanos aos portadores das Joias do Infinito e a vingança que ambas desejam contra ele.
As duas últimas produções da Marvel trazem um apelo muito maior do girl power, já que Thor: Ragnarok apresentou duas asgardianas poderosas para brilharem na trama, Valquíria e Hela, enquanto Pantera Negra tem em seu elenco um grande número de mulheres com importância para a história do filme e que devem continuar relevantes no MCU, principalmente com as presenças de Shuri e Okoye nos trailers de Guerra Infinita.
A Marvel Studios pode ter demorado muito tempo para perceber o quão relevante são as personagens femininas do seu universo, ainda mais quando sua principal concorrente conseguiu tal feito rapidamente. Contudo, a evolução das tramas em relação a elas tem sido constante, fazendo com que tenham mais importância para as histórias, e deve alcançar o seu ápice com o lançamento de Capitã Marvel em março de 2019, com Brie Larson no papel da heroína mais poderosa do MCU.
Este texto foi escrito por Gustavo Rodrigues via n-Experts.

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