Lucifer: episódio inédito inspirado em conto de fadas é um dos melhores da série [SPOILER] - Leitores Anônimos

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Lucifer: episódio inédito inspirado em conto de fadas é um dos melhores da série [SPOILER]

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Alerta! Este texto contém SPOILERS do final da 3ª temporada de Lucifer e detalhes do episódio bônus que ainda não foi exibido no Brasil.

Foram ao ar na FOX, nessa segunda-feira, duas semanas após o series finale, os episódios extras de Lucifer que seriam integrados na cancelada 4ª temporada. Enquanto o primeiro episódio bônus , “Boo Normal” (confira nossa review aqui!), ainda teve uma relação sutil com a trama da 3ª temporada, “Once Upon a Time” – literalmente, “Era Uma Vez” – foi um exercício divertido de fantasia.
Nós encontramos uma realidade alternativa (narrada por Neil Gailman, ou seja, Deus) em que Chloe (Lauren German) e Lucifer (Tom Ellis) nunca se conheceram. A detetive inclusive não chegou a se tornar policial, mas persistiu na carreira de atriz, já que seu pai ainda está vivo.
Claro que eventualmente o casal principal se esbarra quando um dos dublês do filme de Chloe aparece morto na LUX. Lucifer vai até Ella (que aqui trafica carros luxuosos) investigar a arma do crime relacionada ao automóvel, enquanto Chloe usa seu distintivo falso para bisbilhotar uma pista de corrida, onde seu amigo morto estava planejando sua próxima carreira. Lá, os dois se encontram, como eles provavelmente estavam destinados, e apesar de inicialmente se verem como adversários, a atriz/investigadora sugere que eles trabalhem juntos para resolver este caso.
As versões alternativas de Chloe e Lucifer mantêm a mesma química
À medida que a trilha de evidências nos leva de volta ao cenário do filme de Chloe, temos uma sequência de piadas internas, desde como o distintivo diz “Propriedade da Warner Bros.” (companhia que produz Lucifer) até tiradas de como ela sabe interpretar uma policial bem. Até a Dra. Linda entra em ação, como uma psiquiatra de decote largo que fará quase qualquer coisa (embora a contragosto) por audiência.
Dan, enquanto isso, é um policial desonesto o suficiente para que Charlotte Richards, a advogada de Lucifer, seja capaz de recrutá-lo para ajudá-la a entrar no cofre da boate e fugir com milhões. Charlotte é pega em flagrante por Maze em toda a sua glória cartunesca (com meio rosto mascarado, como é nos quadrinhos) com uma equipe de lacaios ao seu lado. A demônia permite que Charlotte fuja e, em uma das cenas finais, vemos a advogada e Dan escapando pela noite de mãos dadas. Um final feliz que os dois não puderam ter na série original (RIP Charlotte).
O final do divertido episódio extra, no entanto, foi todo sobre essa encarnação alternativa do casal Deckerstar, que depois de resolver o caso de assassinato – que rendeu a Chloe um reconhecimento muito aguardado de seu pai – refletem sobre o quanto os dois fizeram uma improvável boa equipe.
Como dissemos antes, esse foi o conto de fadas com toques de “E Se...” da série, e, por estar fora da cronologia, tem licença poética para fazer várias auto referências e apagar antigos desenvolvimentos de personagens. É um cartão de despedidas agradável, se for esse o caso, ou mesmo uma boa amostra do potencial que Luciferainda tem para garantir boas e inventivas novas temporadas. Torcemos para que seja a segunda opção.

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