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22 séries sobre crimes para maratonar na Netflix

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Baseadas em histórias reais ou de pura ficção, as séries sobre crimes costumam ter uma coisa em comum: invariavelmente, despertam nossa curiosidade de tal maneira que só conseguimos parar de assisti-las depois que todos os mistérios foram resolvidos. Bons roteiros fazem com que nos sintamos verdadeiros detetives, e tramas bem amarradas podem ser muito surpreendentes.
Nesta lista, selecionamos 22 das melhores séries policiais, de diferentes estilos, disponíveis na Netflix atualmente. Faltou alguma? Conte pra gente!

1. The Fall


Paul Spector (Jamie Dornan) é casado, pai de família e trabalha no serviço de atendimento a pessoas enlutadas de Belfast, na Irlanda do Norte. Desde os primeiros minutos de The Fall, seu comportamento é suspeito, e logo nós descobrimos o porquê: ele é um assassino.
Depois que uma mulher foi encontrada morta em sua casa em circunstâncias estranhas e o crime ficou sem resolução, a investigação passa a contar com a ajuda da detetive superintendente Stella Gibson (Gillian Anderson), uma mulher inteligente e obstinada que sabe exatamente com que tipo de homem está lidando.
Em determinado momento da série, que tem três temporadas (todas disponíveis na Netflix), a história parece recair sobre a dinâmica de um jogo de gato e rato, mas a relação que Paul e Stella desenvolvem dá certa complexidade ao roteiro – além de ser perturbadora!

2. The Bletchley Circle

Antes de tudo, The Bletchley Circle é uma ode à inteligência das mulheres, representadas na série por quatro personagens que foram unidas pela Segunda Guerra Mundial. Nesse período, elas colaboraram com o exército britânico fazendo um serviço para desvendar os códigos das mensagens trocadas pelos alemães. Assim que acabou a guerra, portanto, cada uma delas foi dispensada, voltando às suas vidas pessoais.
Susan (Ana Maxwell Martin) é uma dona de casa que cumpre seus deveres de mãe e esposa e passa tardes inteiras entediada. Ela nota, ao ler as notícias, que há um estranho padrão entre alguns assassinatos de mulheres que estão acontecendo. Montando um painel escondido em sua casa, ela consegue visualizar as ações do criminoso e se vê na obrigação de colaborar com a polícia nas investigações, mas acaba sendo descreditada.
Crendo em sua percepção, Susan entra em contato com Jean (Julie Graham), Lucy (Sophie Rundle) e Millie (Rachel Stirling), suas ex-colegas de trabalho durante a guerra, e, juntas, iniciam uma importante e frenética investigação por conta própria, o que, em diversos momentos, pode ser muito perigoso.
A minissérie tem somente sete episódios e todos estão na Netflix.

3. Making a Murderer

Lançada em 2015 pela Netflix, Making a Murderer é uma série documental sobre o caso de Steven Avery, um americano que foi acusado, condenado e cumpriu pena pelo assassinato de Penny Beernsten. O ponto-chave da história é que ele ficou preso por 18 anos por um crime que não cometeu!
Em 2003, Avery foi declarado inocente devido a uma nova evidência encontrada sobre o crime: tratava-se de uma prova do DNA de um homem chamado Gregory Allen, que, na época do acontecido, já respondia a outros processos por crime sexual. Com isso, o inocentado conseguiu vencer uma ação judicial contra o Condado de Manitowoc e seu então xerife: US$ 400 mil foram recebidos em indenização. Mas, o que poderia ser uma história de redenção volta a ser agonia quando Teresa Halbach, uma fotógrafa, desaparece depois de ter sido vista pela última vez na propriedade da família Avery.
Nessa nova investigação, além de Steven, seu sobrinho Brendan Dassey, de 16 anos, é tido como culpado. A série acompanha, então, os julgamentos que resultam na prisão perpétua dos dois parentes, sendo que Dassey pode vir a ter a pena reduzida, saindo do confinamento em 2048, aos 59 anos.
A segunda temporada, lançada em outubro de 2018, abre espaço para a discussão acerca da ampla repercussão do caso na população depois de sua primeira temporada. São exemplos disso o envolvimento de Steven com Lynn Hartman, uma mulher que passou a lhe enviar cartas depois de ter assistido à primeira parte da série e diversas mobilizações de pessoas que pedem para que os dois acusados sejam inocentados.

4. Sou um Assassino

Esta é outra série documental da Netflix, mas cada um de seus episódios é dedicado a um caso em específico. Sou um Assassino conta histórias de criminosos condenados à pena de morte, que aguardam sua execução sem ter noção de quando isso pode vir a acontecer.
Os dez episódios funcionam em uma dinâmica parecida: os acusados são entrevistados e falam sobre suas lembranças do crime, o que os motivou a cometê-lo, como se sentiram no momento e como se sentem agora, anos depois do ocorrido.
Dá-se espaço também para familiares das vítimas, que se lamentam pela falta que seus entes queridos fazem e dizem o que pensam do assassino e de sua condenação; assim como são ouvidas pessoas relacionadas aos condenados: amigos que recordam comportamentos suspeitos tidos tempos antes do crime e familiares que sonham em vê-los livres.
Além disso, há momentos em que os processos criminais são revistos, provas do crime são exibidas e a vida na prisão é trazida à baila. Um caso impressionante, por exemplo, é o de James Robertson, que, a princípio, fora condenado por um crime “menos grave” e tinha data para sair da prisão, mas devido a anos de confinamento em solitária, resolveu que o melhor para ele seria matar outro detento para, então, ser mandado para o corredor da morte, onde a vida é mais digna do que na “ala comum” da cadeia.

5. Investigação Criminal

Produzida em 2012 pelo canal A&E, Investigação Criminal entrou para o catálogo da Netflix em 2018, trazendo de volta discussões sobre crimes ocorridos no Brasil que tiveram grande projeção midiática, como é o caso dos delitos de Suzane Von Richthofen e do Maníaco do Parque.
São oito capítulos em forma de documentário; cada um aborda um dos crimes. Foram entrevistados especialistas, como delegados responsáveis pela investigação e médicos legistas, além do psiquiatra forense Guido Palomba, que fala sobre o funcionamento da mente desses criminosos. Por vezes, pessoas próximas das vítimas também dão suas versões dos fatos.
Mesmo que esses casos sejam velhos conhecidos do público (pelo menos em sua maioria), os episódios não deixam de surpreender.

6. Collateral

Estrelada por Carey Mulligan, Collateral é uma minissérie de quatro capítulos eletrizantes sobre um crime estranho. O refugiado sírio e entregador de pizza Abdullah é morto durante seu serviço, quando, na verdade, a entrega da vez deveria ser feita por outro funcionário, de acordo com o revezamento utilizado na pizzaria. A troca aconteceu por ordem de Laurie (Hayley Squires), a gerente da loja.
Essa mudança de funcionários faz com que os nós da investigação fiquem atados. E, para piorar, a principal testemunha do crime é Linh (Kae Alexander), uma imigrante ilegal que se droga e percebe que sua estadia na Inglaterra ficará em risco caso resolva colaborar com a investigação. Assim, a detetive Kip (Carey Mulligan) se vê diante de um quebra-cabeça cuja primeira peça são as duas irmãs da vítima, que parecem não falar inglês.
O crime ocorre na frente do prédio onde mora Billie (Karen Mars), a ex-esposa do parlamentar David Mars (John Simm). Dessa forma, o político acaba se envolvendo com a investigação por ser tanto chamado pela ex-mulher para acalmar sua filha assustada quanto um representante dos direitos humanos de imigrantes.

7. Fargo

Inspirada na obra dos irmãos Coen, Fargo é um drama sobre crimes ao mesmo tempo que é uma comédia de humor negro. Por enquanto, a série conta com três temporadas, sendo que cada uma é uma antologia, ou seja, uma história independente, que ocorre em momentos diferentes, com arcos diferentes e até com elencos diferentes.
Em sua primeira temporada, que se passa em 2006, Fargo conta a história de Molly (Allison Tolman) e Gus (Colin Hanks), dois agentes de polícia que estão investigando um triplo homicídio ocorrido em Bemidji, uma cidade do estado de Minnesota. Há dois envolvidos no caso: o assassino de aluguel Lorne (Billy Bob Thornton) e o agente de seguros que o contratou, Lester (Martin Freeman).
A segunda temporada acontece em 1979 e acompanha Lou (Patrick Wilson), o pai da policial Molly, da temporada anterior. Aqui, a investigação é em torno do caso da esteticista Peggy (Kirsten Dunst), que atropelou um dos filhos da responsável pelo sindicato Gerhardt Crime e, com seu marido Ed (Jesse Plemons), busca encobrir as provas do crime. Enquanto isso, a família Gerhardt briga com a máfia de Kansas City.
Já a última temporada lançada até o momento, a terceira, debruça-se sobre o crime cometido pelo casal Ray (Ewan McGregor) e Nikki (Mary Elizabeth Winstead): um duplo assassinato. Uma das vítimas é um homem idoso, padrasto da policial Gloria (Carrie Coon).

8. La Casa de Papel

Muito diferente da abordagem das séries anteriores, La Casa de Papel se desenvolve a partir de um plano de mestre: El Profesor (Álvaro Morte) passa anos pensando nos mínimos detalhes para executar o maior roubo a banco do mundo, tendo como alvo a Casa da Moeda espanhola, onde serão impressos 2,4 bilhões de euros.
Para que o objetivo se cumpra, são recrutados oito ladrões que devem se infiltrar no prédio e nele permanecer pelo máximo de tempo que conseguirem. Do lado de fora, El Profesor os comanda utilizando seus codinomes, inspirados em cidades do mundo: Tóquio, Berlim, Moscou, Nairóbi, Rio, Denver, Helsinque e Oslo. Tudo isso com um detalhe: eles não devem machucar nenhum policial nem os 67 reféns.
A série é responsável por trazer à tona, contemporaneamente, a canção de protesto “Bella, Ciao!”, que era cantada pelos italianos que resistiram ao fascismo na época da Segunda Guerra Mundial.

9. Safe

Criada pelo aclamado escritor de suspense Harlan Coben, Safe traz Michael C. Hall (Dexter) no papel de Tom, um cirurgião pediatra que ficou viúvo há 1 ano e tenta construir uma relação com suas duas filhas adolescentes. Até que Jenny, sua filha mais velha, de 16 anos, desaparece depois de uma festa.
Assim, Tom inicia, com a ajuda da policial Sophie (Amanda Abbington), uma busca pelo culpado do sumiço de Jenny, desconfiando de toda a vizinhança e de pessoas que possam ter tido algum tipo de contato com a família antes.
A grande questão da série é que há muitos segredos a serem desvendados. O próprio médico, por exemplo, parece esconder alguma coisa a respeito da noite em que sua esposa morreu. Além disso, outras histórias se desenvolvem em segundo plano, de modo que o mistério vai ficando complexo.

10. Marcella

Marcella (Anna Friel) é uma detetive que sofre de fuga dissociativa em períodos de muito estresse. Isso faz com que ela tenha apagões, esquecendo-se de dias inteiros em que certamente estava fazendo alguma coisa – por vezes, de forma violenta. A primeira temporada da série começa com a personagem afastada de sua função, cuidando de seus filhos e lidando com problemas relacionados ao seu marido, que saiu de casa.
Em um desses episódios de apagão, a protagonista esteve em uma floresta, em um local conhecido por ser onde assassinos desovam os corpos das vítimas. O problema é que esse passeio a levou ao corpo de Grace (Maeve Dermody), a amante de seu marido, que estava grávida de 7 semanas.
Quando um serial killer que havia parado de matar 11 anos antes e nunca fora descoberto volta a atacar, Marcella retorna ao seu trabalho de investigadora, integrando a equipe do detetive inspetor Rav (Ray Panthaki), que reconhece sua inteligência e quer saber sua opinião sobre os crimes recentes.

11. Até que a Morte nos Separe

Com suas duas temporadas disponíveis na Netflix, Até que a Morte nos Separe é mais uma produção do canal A&E sobre crimes que ganharam enorme visibilidade no Brasil. Nesse caso, são explorados somente delitos de feminicídio, ou seja, assassinatos de mulheres.
Cada episódio é dedicado a uma história e apresenta detalhes sobre as investigações e entrevistas com profissionais que atuaram no caso e familiares das vítimas. E, como acontece no episódio sobre Eliza Samúdio, dá-se voz até mesmo ao acusado (no caso dela, o ex-goleiro do Flamengo, Bruno Fernandes).

12. Miss Fisher’s Murder Mysteries

Iniciada em 2012, a série australiana Miss Fisher’s Murder Mysteries tem suas três temporadas disponíveis na Netflix e pode vir a receber continuação em algum momento. Situada em Melbourne, no pós-guerra, a história é centrada na figura de Phryne (Essie Davis), uma mulher à frente de seu tempo, que, com mais de 30 anos, não é retratada como uma fracassada por não ter estabelecido uma família ainda. Pelo contrário, Phryne é independente, relaciona-se com quem quer e é competente naquilo que gosta de fazer: resolver casos de assassinatos.
O principal arco da primeira temporada é sobre a volta de Phryne a Melbourne com o objetivo de fazer com que o assassino de sua irmã não seja solto da prisão. Apesar de, de certa forma, não se perdoar pela morte de sua irmã e carregar consigo inúmeras histórias tristes, ela não se deixa abalar e tenta aproveitar o que há de melhor na vida.
A personagem é uma heroína cujos interesses românticos não são sobressalentes. Seus métodos de investigação são pouco ortodoxos, frequentemente envolvem flertes, mas costumam funcionar muito bem.

13. Manhunt: Unabomber

Contando a história real de crimes que aconteceram nos Estados Unidos entre os anos de 1980 e 1990, Manhunt: Unabomber fala sobre buscas do FBI pelo terrorista Ted Kaczynski (Paul Bettany), mais conhecido como Unabomber. Seu crime? Matar três pessoas e deixar outras 23 feridas por atentados domésticos feitos com bomba. As vítimas recebiam suas correspondências e explodiam.
A série acompanha o desenrolar da investigação, dando especial atenção à figura de Jim Fitzgerald (Sam Worthington), um agente do FBI especializado em perfis criminais cujo diferencial é a metodologia da linguística forense, utilizada para analisar cartas que Unabomber enviou à imprensa.
A produção é do Discovery Channel, mas seus oito episódios estão disponíveis na Netflix.

14. Trapped

Intensa e claustrofóbica, a série islandesa exibida originalmente pelo canal BBC4 tem como pano de fundo uma cidadezinha localizada no leste da Islândia, chamada Seyðisfjörður, onde trabalha Andri (Ólafur Darri Ólafsson), um chefe de polícia que passa por problemas pessoais enquanto lida com crimes pouco emocionantes, como estacionamentos irregulares. Assim, sua separação e a perspectiva de ver suas filhas levadas para longe pareciam ser os maiores de seus problemas, até que alguém pesca, acidentalmente, o tronco de um corpo humano do meio do gelo.
No mesmo momento em que o corpo é descoberto no fiorde, chega à cidade um navio trazendo a bordo um ex-morador, que esteve envolvido em um incêndio que matou sua namorada anos antes, e um lituano, que está tentando traficar garotas nigerianas.
Para piorar a situação, uma nevasca bloqueia o acesso à cidade, impedindo que chegue ajuda de fora e que as pessoas saiam, o que, obviamente, inclui o fato de o assassino estar à solta.

15. The Keepers

Revisitando o caso de Cathy Cesnik, uma jovem freira que foi morta em 1969, em Baltimore, The Keepers é uma série documental sobre um crime não resolvido. São entrevistadas testemunhas-chave, policiais, ex-alunos da vítima, jornalistas que trabalharam nessa cobertura, além de membros da Igreja.
A narrativa se desenvolve acompanhando ex-alunos de Cathy que, no alto de seus 60 e poucos anos, resolveram se juntar para tentar descobrir o que de fato aconteceu com a freira. Assim, são descobertos abusos sexuais cometidos pelo então Padre Maskell contra algumas de suas alunas.
A série original da Netflix tem sete episódios de 1 hora.

16. Anatomia do Crime

Mais uma série documental dedicada a crimes brasileiros de grande projeção, Anatomia do Crime foi exibida primeiramente pelo canal Investigação Discovery, e suas duas temporadas estão disponíveis na Netflix.
Cada episódio discute um caso, analisando sobretudo os perfis de cada um dos criminosos, falando de suas personalidades e possíveis transtornos psicológicos. Para tanto, são ouvidos especialistas no assunto: o psiquiatra forense Guido Palomba, o criminólogo Christian Costas, o psicólogo Carlos Faria, a terapeuta comportamental Gisela Ferrari e a psiquiatra Dinah Ackerman.
Alguns dos casos apresentados são o de Eloá Pimentel, que foi morta pelo ex-namorado Lindemberg; o de Gil Rugai, acusado de matar o pai e a madrasta; e o do menino João Hélio, que morreu após ser arrastado por um carro roubado por cinco jovens.

17. A Louva-a-deus

Produção francesa da Netflix, A Louva-a-deus (ou La Mante) trata de um caso de copycat, em que um assassino começa a reproduzir os mesmos padrões de Jeanne Deber (Carole Bouquet), uma serial killer já encarcerada. Para resolver esse mistério, a polícia resolve contar com a ajuda da própria Jeanne.
Assim, a assassina, que está fechada em regime de solitária, impõe uma condição para ajudar os investigadores com o caso: ela só conversará com seu filho, o detetive Damien (Fred Testot), de quem não é próxima.
Nos seis episódios, a personagem conhecida como "A Louva-a-deus" passa a atuar ao lado da polícia, dando-lhe dicas para que descubra quem é o novo assassino.

18. Caso de Polícia

Sendo a série mais diferente da nossa lista, Caso de Polícia é uma comédia de mistério baseada nos arquétipos do bom e do mau policial. Tony Caruso Jr. (Josh Groban) é o policial certinho, que investiga homicídios de forma cautelosa, mas acaba se metendo em uma confusão quando um corpo é encontrado em um parque com tiros supostamente desferidos por sua arma.
O pai de Tony é Tony Sr. (Tony Danza), um policial que foi expulso da polícia por ter sido pego em um escândalo de corrupção. O corpo encontrado é de um de seus antigos colegas de trabalho.

19. O Povo contra O.J. Simpson

Conhecido mundialmente, o caso do ex-jogador de futebol americano O.J. Simpson, acusado da morte da ex-esposa Nicole, foi um verdadeiro circo midiático. A primeira temporada de American Crime Story, uma série antológica criada por Ryan Murphy, é a única disponível no serviço de streaming e conta essa história completa em dez episódios de cerca de 1 hora cada.
A produção apresenta as diferentes nuances que permearam o caso O.J., como raça e gênero, e busca compreender como, a despeito de ser visto frequentemente como culpado, o jogador acabou absolvido. Acompanha-se, portanto, as construções de argumentos tanto da defesa quanto da acusação, além do desenvolvimento do caso a cada julgamento.

20. Mulheres Assassinas com Piers Morgan

Com sete episódios disponíveis no catálogo da Netflix, Mulheres Assassinas com Piers Morgan é uma série documental que foi exibida primeiramente pelo canal britânico ITV. Aqui, conhecemos histórias de mulheres que foram condenadas por assassinato e estão presas.
O jornalista britânico Piers Morgan visita prisões e, a cada capítulo, conta a história de uma detenta, reconstruindo seus crimes, escutando suas versões dos fatos e os relatos de pessoas relacionadas – tanto ligadas à acusada quanto às suas vítimas –, dando espaço para que especialistas também façam suas avaliações sobre o crime e os perfis das criminosas.

21. La Trêve

A série franco-belga La Trêve se passa em Heiderfeld, uma pequena cidade próxima da região das Ardenas belgas, onde o corpo de Driss (Jérémy Zagba), um jovem de 19 anos, é encontrado em um rio. A investigação é conduzida por Yoann (Yoann Blanc), um policial novo no lugar que parece estar fugindo de alguma coisa do seu passado.
A narrativa, então, vai-se misturando, apresentando as descobertas a respeito da morte de Driss ao mesmo tempo em que Yoann aparece sendo interrogado por um psicólogo criminal.

22. Como Defender um Assassino

Annalise (Viola Davis) é uma professora de Direito que dá uma oportunidade para que cinco de seus alunos façam um estágio em seu escritório e atuem em casos de homicídio. Cheias de reviravoltas, as investigações acabam dando espaço para que os dramas pessoais dos personagens também sejam discutidos.
A famosa produção de Shonda Rhimes tem quatro de suas cinco temporadas disponíveis na Netflix.
Este texto foi escrito por Gabriela Petrucci via nexperts.

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