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Making A Murderer: Netflix está sendo processada por policial do caso Steven Avery

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O detetive aposentado Andrew Colborn entrou com um processo judicial contra a Netflix e as cineastas Laura Ricciardi e Moira Demos nesta segunda-feira (18).
Colborn, que trabalhou por décadas na delegacia de Manitowoc, afirma que a série documental Making A Murderer foi editada para sugerir que ele e outros policiais plantaram evidências para incriminar Steven Avery e seu sobrinho de 16 anos, Brendan Dassey, pelo assassinato da fotógrafa Teresa Halbach.
Os advogados do homem argumentam que "em nenhum momento o requerente foi o porta-voz do departamento de polícia. Recusando dezenas de pedidos de entrevistas para a mídia, [Colborn] se absteve de comentar o assunto e não se injetou na controvérsia em torno do caso Avery e do lançamento de Making a Murderer. Como tal, ele não é nem uma 'figura pública' nem uma 'figura pública de propósito limitado', como esses termos são definidos na lei de difamação”.


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A 1ª temporada de Making A Murderer foi lançada pela Netflix em 2015 e se dedica a contar a história de Steven Avery, um homem condenado erroneamente por estupro e liberto após 18 anos, somente para ser preso novamente sob circunstâncias suspeitas exploradas pela série.
Já a 2ª parte, que estreou em outubro de 2018, acompanha os esforços da advogada de defesa, Kathleen Zellner, para limpar o nome dos condenados e reverter a sentença.

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